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terça-feira, 1 de junho de 2010

Entrevista - Santagueda



Diretor da SANTAGUEDA - Produção e Agenciamento Artístico

Santágueda tem o ar irreverente e seguro de quem acredita nas suas potencialidades. Chamam-lhe de ‘ousado', 'provocador’, mas ele é somente um artista muito ‘open minded’, alguém que se atreve a pôr em prática as suas ideias abertas ao mundo. Tal como dizia Fernando Pessoa, ‘tudo é ousado para quem a nada se atreve’.

M.D.: O que é a SANTAGUEDA e qual a sua relação com a ATH – Able to Help?

S.:  A empresa SANTAGUEDA tem o meu nome porque é a manifestação física do meu espírito artístico. Somos uma empresa de agenciamento e produção artística inovadora que prima pela originalidade e ousadia nos seus artistas e eventos. A ABLE TO HELP escolheu-me como representante exclusivo em Portugal, pela minha atitude e irreverência para ser a imagem nacional, sempre com o conceito de ajudar o sonho de artistas e empresas.

M.D.: Acreditas que podes realizar os sonhos de muitos artistas. De que forma?

S.: Numa altura em que todos se queixam da crise temos como missão fazer com que os artistas e empresas possam continuar com as suas atividades, criando eventos originais. Criamos também eventos para novos artistas e damos formação, bem como, aceitamos quem queira trabalhar connosco nas mais diversas áreas.

M.D.: Quais são as actividades promovidas pela SANTAGUEDA?

S.: Trabalhamos com todo o tipo de artes, artistas e espetáculos e organizamos todo o tipo de eventos. Aquilo que nunca foi imaginado pode surgir na nossa agenda. Temos projectos tão inovadores que podem surpreender qualquer um… Adoramos desafios!

M.D.: Para além de promoveres diversas áreas no ciclo artístico, aceitas o agenciamento de strippers, artistas estigmatizados pela sociedade, sem receio das críticas. Já te sentiste confrontado pelo público por esta iniciativa?

S.: Tudo quanto é audaz tem uma repercussão que pode ser idolatrada ou marginalizada. Já vivenciei diversas experiências que davam para um “best-seller” (sorrisos) … Acima de tudo, não faço julgamentos, amo a pessoa que sou e aceito os outros como são.

M.D.: Para além de director artístico, és músico. Fala-nos um pouco do teu percurso artístico?

S.: Desde muito novo que surpreendia a minha família, pois desaparecia para pintar ou ensaiar alguma habilidade, ficava tão absorvido que não dava pelas horas passarem, sempre fui assim, apaixonado por arte. Formei-me na Academia de Artes e Tecnologias e Conservatório, todavia sou bastante curioso e gosto de aprender. É algo que nasceu comigo, é como a sexualidade! Talvez por isso adore escrever, fazer músicas, pintar, fotografar, filmar, adoro expressar-me corporalmente, criar novos estilos de moda e, entre diversas coisas, a paixão de cantar. Atualmente sou membro do Coro da Nova Orquestra Sinfónica de Lisboa.

M.D.: Como encaras a situação dos artistas em Portugal?

S.: Em Portugal temos excelentes artistas com as mesmas qualidades ou mais, como em qualquer país do mundo, mas com uma filosofia derrotista. A maior parte das pessoas não vê a arte como uma profissão e não valoriza o que tem de qualidade, mas sim, o que vem de fora. Isso faz com que haja muita desmotivação e falta de responsabilidade. Temos bons artistas muito sonhadores e pouco ativos. Há muita falta de profissionalismo.

M.D.: PERGUNTA INDISCRETA - Já alguma vez tentaste seduzir alguém com um ‘picante’, ‘ardente’ e ‘sensualíssimo’ show de Strip? Sendo tu o artista, claro?!

S.: O único jogo em que sou viciado é o jogo da sedução. Seduzir é uma das artes mais antigas da história, é a razão pela qual ainda existe vida na Terra! É a arte a que mais me dedico inconscientemente e que mais respeito! Tudo tem de sair perfeito e estamos sempre a aprender, pois não há limites (mas temos sempre de fazer um jogo limpo). Vence quem tem os maiores trunfos e há que guardar todos os condimentos para apimentar a magia, o misticismo, a fim de chegarmos a uma loucura saudável, pois o amanhã será sempre diferente e convém ser ainda melhor…

M.D.: Que mensagem gostarias de deixar aos artistas de todo o mundo?

Transformem os vossos sonhos em realidades, vivam com arte e sejam vocês mesmos. Acima de tudo – ACREDITEM!!!

Maria Dhramamor

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